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11/05/2012

Professor Participe do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2012

Estão abertas as inscrições do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2012

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Educadores de todo o Brasil já podem enviar seus projetos e garantir sua participação!

Estão abertas até o dia 06 de agosto as inscrições para a sétima edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, que valoriza e reconhece os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizam a tecnologia para melhorar os processos de ensino e aprendizagem.
Para concorrer, basta acessar o site www.educadoresinovadores.com.br e seguir as instruções.

Educadores de todo o Brasil podem se inscrever nas seguintes categorias:


1) Escolas Públicas de Educação Básica


Podem se inscrever individualmente educadores e gestores da rede pública de ensino, independentemente de sua área de atuação (ex. Português, Matemática, Física etc.): escolas públicas (municipais, estaduais ou federais), fundações e instituições de ensino sem fins lucrativos que atuem no Ensino Formal e não cobrem pelos serviços prestados. Também podem participar os educadores de escolas técnicas que lecionem disciplinas de educação básica como: Português, Matemática, Ciência etc.
  • Inovação em Comunidade: Aprendizagem Além da Sala de Aula
  • Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa
  • Inovação em Conteúdo: Construção do Conhecimento e Pensamento Crítico
Os educadores que se inscreverem em uma das três categorias acima poderão ser remanejados pelo Comitê de Seleção para duas categorias especiais: Inovação em Contextos Desafiadores e Uso Avançado de Tecnologias Microsoft na Aprendizagem.

*Os projetos não irão necessariamente concorrer na mesma categoria em que estão inscritos.

2) Ensino Técnico - Educador Inovador Escola Técnica


Podem se inscrever individualmente educadores e gestores que lecionem disciplinas relacionadas à Tecnologia da Informação (TI) em escolas técnicas municipais, estaduais e federais.

3) Escolas Particulares - Educador Inovador Escola Particular


Podem se inscrever educadores de escolas particulares, instituições e fundações mantidas por recursos de empresas privadas que lecionem em qualquer disciplina.

Premiação


O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores terá seus finalistas definidos até o dia 22 de agosto. Dentre os vinte e um projetos escolhidos, os vencedores de cada categoria participarão da etapa internacional.
Aqueles que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com um Notebook contendo o sistema operacional da Microsoft e um pacote de aplicativos Office. Assim, poderão dar continuidade na criação de novas ideias, beneficiando cada vez mais pessoas e compartilhando o gosto e o conhecimento pela tecnologia educacional. Além de uma bolsa de curso online de inglês pela empresa EF English Town.
Após a premiação, os responsáveis pelos projetos vencedores nas categorias destinadas à educação básica (escolas públicas) e o vencedor na Categoria Escolas Particulares, apresentarão seus trabalhos no Microsoft Partners in Learning Global Forum que será realizado em Atenas, na Grécia.

Para acompanhar as novidades do Prêmio, acesse: https://www.educadoresinovadores.com.br/
Siga no Twitter: www.twitter.com/eduinova
Página no Facebook: http://www.facebook.com/eduinova
Dúvidas? Envie um e-mail para educadoresinovadores@hotmail.com

Abraços

Robson Freire

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23/04/2012

Educação e Tecnologia: uma aliança necessária

Olá Amigos

 Essa postagem que eu reproduzo abaixo é uma contribuição maravilhosa da Denise Vilardo. Não deixem de ver a quantidade de material rico tem por lá no espaço dela.

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Juracy dos Anjos · Salvador, BA


Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.
De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.
No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.
“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.
Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.
Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.
Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.
“Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga Lynn Alves.
Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.
“O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo a escola ainda despreza”, frisa Lynn.
Internet e Educação
“A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.
De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.
“Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”, analisa o professor.
Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.
“A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud Soares.
Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.
Jogos eletrônicos: ferramenta importante na aquisição do saber
“A presença dos elementos tecnológicos na sociedade vem transformando o modo dos indivíduos se comunicarem, se relacionarem e construírem conhecimentos. Somos hoje praticamente vividos pelas novas tecnologias”.
A partir desta reflexão, Lynn Alves, professora do mestrado em educação e contemporaneidade da Uneb e autora do livro: “Game Over: Jogos Eletrônicos e Violência”, demonstra a importância da tecnologia, em especial os jogos eletrônicos na vida dos jovens contemporâneos.
Encarada por muitos como nocivo e prejudicial ao desenvolvimento cognitivo dos jovens, os jogos eletrônicos vêm ganhando espaço entre vários estudos e demonstram que podem ser mais um instrumento pedagógico no ambiente escolar. Esta reflexão partir da concepção que existe hoje uma geração submerso no mundo da tecnologia, que tem acesso seja através da televisão ou dos vídeos-game ou das LAN house.
De acordo com estes estudos, os sujeitos nascidos na pós-modernidade estão imersos em um mundo altamente tecnológico. Esta geração é defendida pelos estudiosos como os “nativos digitais” ou “geração mídia”. Uma categoria que vem sendo largamente discutida na atualidade.
Com a utilização de alguns jogos eletrônicos, a exemplo do Simcity, Civilizations e RPG, “os professores podem trabalhar o aprendizado em geografia, história, porque nesse jogo desafia os estudantes a administrar recursos, criar cidades, enfrentar catástrofes, fazer escolhas, planejar, entre outras coisas”, comenta a educadora Lynn.
Nesta perspectiva, e através do jogo eletrônico, os estudantes são estimulados a saber quais as conseqüências de colocar uma escola perto de uma fábrica poluente, além de verificarem quais os problemas sociais ou de saúde as ações realizadas durante o jogo podem causar.
De acordo com Lynn, até mesmo nos jogos violentos, tanto crítica por inúmeros pais, podem servir de fonte de aprendizado e estímulo entre o público jovem. “Você pode trabalhar a questão cognitiva, pois estes jogos exigem uma habilidade sensorial e motora muito grande, tomada de decisão e planejamento estratégico”, conclui Lynn.

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria#.TkiIkNf0y5Y.facebook

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17/04/2012

Pil Network - Rede Social para educadores


Olá Amigos

Hoje que apresentar uma proposta bem interessante da Microsoft chamada PIL “Partners in Learning Network” (rede Parceiros na Aprendizagem), uma rede social mundial voltada exclusivamente para educadores. Lá você pode interagir com professores de qualquer parte do mundo, trocar informações, experiências e compartilhar ideias e projetos. Acesse o blog Educadores Inovadores e veja o passo a passo de como se inscrever. Cadastre-se já e mostre seus conhecimentos educacionais para o mundo!

 PIL “Partners in Learning Network” 

PIL Network - Uma nova forma de trocar experiências em educação

A Microsoft Parceiros na Aprendizagem tem a honra de convidá-lo(a) para a mais nova rede mundial PIL – “Partners in Learning Network” (rede Parceiros na Aprendizagem). Inspirada no poder das ideias e voltada exclusivamente para educadores, a PIL foi desenvolvida com o objetivo de ampliar e divulgar projetos educacionais que fazem o uso da tecnologia e promover interação entre os educadores do mundo inteiro.
Os professores que se tornarem membros poderão compartilhar esses trabalhos, realizados por eles mesmos ou por seus alunos, com os seus colegas que também estão conectados na rede. Para quem utiliza a tecnologia em salas de aula, esse espaço vai agregar os seus métodos de ensino.

O portal atende 115 países e está disponível em 36 idiomas diferentes, através do uso da ferramenta Microsoft Translator. Desta forma, é possível a troca de experiências entre todos os usuários, independente da nacionalidade. Como se trata de uma nova rede mundial, você também pode sugerir traduções para a própria língua (no caso, Língua Portuguesa, do Brasil) na opção “Sugerir Tradução”, que aparece enquanto navega.

Fazendo parte desta ferramenta digital, você pode destacar as suas ideias e os seus projetos para o resto do mundo. Experimente este recurso global online, integre suas práticas pedagógicas e se torne um colaborador mundial para a promoção de uma educação inovadora do século XXI!

Conheça as possibilidades que o novo portal oferece

• Atividades de aprendizagem – Espaço para baixar atividades desenvolvidas por colegas do mundo todo e disponibilizar a sua;
• Ferramentas gratuitas e tutoriais – Recursos inovadores que apoiam a aprendizagem, através da utilização da tecnologia em sala de aula e vídeos explicativos que irão lhe auxiliar no uso das novas ferramentas;
• Galerias – Ferramentas exclusivas para download;
• Sistema de insígnias – Mede sua participação no portal, ou seja, quanto mais você participa, mais reconhecimento receberá;
• Discussões – Fórum global que possibilita trocas de experiências únicas;
• Perfil pessoal  e profissional – Espaço para criação do seu perfil pessoal e também o perfil da sua instituição, onde é possível fazer a divulgação dos planos de aula, blogs e páginas no Facebook e Twitter;
• Cadastro – Na página inicial escolha o idioma de sua preferência (no caso português) e clique em “Entrar” na parte direita superior da HOME. Em seguida comece o seu cadastro. (Necessário possuir um Live ID).

Clique aqui e  faça o download de um guia com o passo a passo para fazer o seu cadastro e se tornar membro do PIL Network. É fácil e rápido, inscreva-se já!

Abraços

Robson Freire

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12/04/2012

Educação + Tecnologia. Que resultados podemos esperar?


Tradução livre: "Ok Classe, rolem a tela até a página 63"
O governo de São Paulo anunciou que transformará 40% da carga horária de suas escolas em conteúdos digitais, com apoio de lousas digitais e computadores.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição da última quinta-feira (05/04) da Folha de São Paulo. Reproduzimos a seguir a reportagem e deixamos a questão presente no título desta postagem para estimular o debate:Educação + Tecnologia. Que resultados podemos esperar?
 40% das aulas na rede pública serão digitais
Estado de SP vai investir R$ 5,5 bi em dez anos para empresa instalar equipamentos, treinar docentes e criar conteúdos.
Presidente do sindicato dos professores diz ver com preocupação ‘invasão’ de empresa no conteúdo das aulas.
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
O governo de São Paulo decidiu que uma empresa será a responsável por instalar equipamentos de tecnologia nas escolas, treinar professores para as atividades e até desenvolver conteúdos digitais para as aulas.
Segundo as regras anunciadas ontem pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), 40% das aulas passarão a ser dadas com esses conteúdos.
Haverá, por exemplo, vídeos de cinco minutos para a explicação de conceitos e jogos para fixação de conteúdo.
O projeto abrange todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5º ao 9º ano dos ensinos fundamental e médio.
O investimento previsto pelo governo é de R$ 5,5 bilhões, em dez anos. O valor é cinco vezes maior do que o reservado para este ano para reformas nas escolas.
A empresa ainda será escolhida. Segundo a Secretaria da Educação, o governo vai analisar critérios técnicos.
A pasta prevê que em 2013 comece a instalação de lousas digitais (sensíveis ao toque e conectadas à internet). Depois, serão distribuídos “dispositivos móveis” (como notebooks ou tablets).
Com a utilização de conteúdos digitais, hoje escassos na rede, o governo visa melhorar seu ensino -que apresentou pouca melhora no ensino fundamental e recuo no ensino médio, segundo o Idesp (avaliação do Estado).
Os conteúdos deverão seguir o currículo da rede, disse a Secretaria da Educação.
Pesquisas nacionais e internacionais que abordaram o uso de tecnologia na educação não detectaram melhora no rendimento dos alunos.
Uma das hipóteses é a de que o conteúdo e a formação dos professores eram inadequados -por isso, o aluno se distraía com a tecnologia.
De acordo com o governo, o projeto vai melhorar o interesse dos alunos e a qualidade das aulas.
A decisão ocorre em meio a uma crise. Nos últimos meses, o governo chegou a chamar até docentes reprovados no teste de admissão.
Presidente da Apeoesp (sindicato docente), Maria Izabel Noronha diz ser favorável à incorporação da tecnologia nas escolas.
Porém, ela critica o fato de uma empresa ser responsáveis pelos conteúdos. “É uma invasão”, disse.
A presidente do sindicato também crítica a política do governo. “Não tem recursos para nossa valorização, mas tem para essa parceria privada? Parece até que querem cobrir a falta de professores com esses conteúdos.”
A Secretaria da Educação diz que terá de aprovar os conteúdos e que já há política de valorização aos docentes.
 Para educadores, tecnologia deve ser usada com cautela
Pesquisador diz que o primordial é investir na formação dos professores.
Professora da Unicamp afirma que ideia é ‘privatista’ porque as empresas cuidariam do conteúdo digital na sala.
DE SÃO PAULO
Pesquisadores consultados pela reportagem afirmaram ser favoráveis à introdução de tecnologia nas escolas estaduais. Disseram, porém, que o projeto do governo tem problemas.
“Muita gente diz que a escola mantém práticas defasadas. O projeto pode ser interessante, até porque os índices de qualidade estão ruins”, disse a professora do curso de pedagogia Angela Soligo, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Por outro lado, ela vê como problema o fato de empresas criarem conteúdos para as aulas. Ele disse que há o risco de a iniciativa privada passar suas ideias e conceitos aos estudantes. “Mesmo que sutil, é privatização de uma obrigação do Estado.”
Ela criticou também a fixação de um percentual destinado aos conteúdos digitais. “O professor deve ter liberdade. As turmas são diferentes.”
Ex-representante da Unesco (braço de educação da ONU) no Brasil, Jorge Werthein, disse que “os alunos estão familiarizados com as tecnologias, o que pode aumentar o interesse nas aulas”.
Ele destaca, porém, “que todas as pesquisas mostram que há dificuldade em converter essa política em qualidade de ensino”.
CAPACITAÇÃO
Para ele, a experiência de países com bons desempenhos mostra que o primordial é investir na formação dos professores.
“Não é rejeitar as tecnologias. Deveria haver uma interação melhor entre o que as redes de ensino querem e o que as faculdades oferecem aos seus estudantes”, afirma.
Em reposta às críticas, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que os conteúdos digitais seguirão seu currículo e que deverão ser aprovados pela própria pasta.
Disse ainda que os professores não perdem autonomia com o projeto e que um dos seus pilares é justamente a formação de docentes.
PROPOSTA
A ideia do projeto apresentado pelo governo, chamado Aula Interativa, foi proposta pela Dell Computadores.
A companhia fez uma manifestação de interesse da iniciativa privada, mecanismo previsto na legislação das PPPs (Parcerias Público-Privadas).
Nesse dispositivo, cabe ao poder público avaliar a pertinência da proposta -que, neste caso, foi aprovada.
Agora, caberá ao Estado definir qual empresa efetivamente implementará o projeto. (FÁBIO TAKAHASHI)

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09/02/2012

Cobertura do Campus Party #CPBR5 e do #Educaparty

Olá amigos

Ontem é hoje (até agora) foram maravilhosos do ponto de vista dos debates que rolaram no Campus Party #CPBR5 e no #Educaparty dois debates fantásticos que todo educador deveria ter tido a oportunidade de acompanhar. O primeiro foi o debate Cultura Livre e Inovação em Educação com Tel Amiel (@edaberta), Nelson Preto (@nlpretto), Regina Alves e Felipe Sanches e o outro foi o "Games na Educação: apertando o start" com Gustavo Steinberg, Luciano Meira, Mila Gonçalves (@miladatgon), Sabrina Carmona, Lynn Alves.


Perguntas e frases como "A educação vai se reeducar?", "O bom professor é o que tem a capacidade de atrapalhar e não de ajudar" foram só a ponta de um iceberg de ideias maravilhoso que vai render com certeza muito debate e reflexões.

Agora um vídeo oficial do Campus Party #CPBR5 com o resumo do segundo dia.



Aqui tem um resumo detalhado do primeiro dia do #Educaparty http://ht.ly/8Y9N9.

Amanhã mais novidades pra vocês aqui no Caldeirão de Ideias

Abraços

Robson Freire

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